6 Dicas para vender sua casa mais rápido

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Quer vender sua casa mas não sabe como prepara-la? Veja as dicas que separamos

para você impressionar o comprador

1 – Limpeza e Organização

Mantenha as portas de armários e guarda-roupas fechadas, materiais de limpeza
como vassouras, brinquedos e ou outras coisas não devem ficar largadas pelo meio
da casa.
Limpe bem os banheiros e dobre as toalhas, lembre-se de manter a tampa do vazo
sanitário fechada.
Em geral, você deve limpar e organizar a casa inteira. Certifique-se de que tudo
esteja organizado e em seu devido lugar. Fazendo isso o seu futuro comprador se
sintará bem e queira morar num ambiente assim.

2 – Iluminação

Cuide para que tudo esteja muito bem iluminado conserte as luminárias quebradas,
coloque novas lâmpadas, mantenha as janelas abertas e substitua cortinas e
persianas sujas, etc… Tudo isso deixa o ambiente muito mais agradável.

3 – Decorações Pessoais

O futuro morador precisa se sentir em casa, por isso, não deixe porta retratos de
família, dentre outros objetos que sejam familiares. O comprador precisa se
sentir em casa e não na casa de um estranho, onde vê uma decoração de outra pessoa.

4 – Espaço

Colocar cortinas do tipo teto ao chão da a a ilusão de ambientes maiores. Confira
se sua decoração esta adequada, tudo que ajuda a deixar o ambiente com um aspecto maior vale a pena.

5 – Quintal

Não esqueça do seu quintal, transforme-o em um jardim ou horta, ou deixe-o com aspecto de um ambiente aconchegante.

6 – Reparos e manutenção

E a última dica é: faça os reparos necessários em encanamentos e partes
elétricas. Troque torneiras com vazamentos e confira se todas as tomadas
elétricas estão funcionando. Acredite, os compradores reparam nisso.

Caixa aumenta os juros para financiar a casa própria

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Aumento não atinge financiamento com FGTS ou Minha Casa, Minha Vida.
Banco informou que alteração se deve a aumento da taxa básica de juros.

A Caixa Econômica Federal aumenta desde segunda-feira (19) as taxas de juros do financiamento imobiliário. A alta valerá para os financiamentos tomados a partir de agora.

A Caixa informa que não serão alteradas as taxas de juros dos financiamentos habitacionais contratados com recursos do Programa Minha Casa Minha Vida e do FGTS.

Serão corrigidas as taxas de juros das operações para financiamento de imóveis residenciais contratadas com recursos da poupança (SBPE). De acordo com a Caixa, a mudança vai afetar quem tem renda acima de R$ 5,4 mil, que não utiliza os financiamentos habitacionais contratados com recursos do FGTS. Atualmente, há uma série de condições para obter financiamento da casa própria com recursos do FGTS, entre elas estão renda de até R$ 5,4 mil e não possuir imóvel no mesmo nome nem no mesmo município.

A taxa de juros cobrada pelo Sistema de Financiamento Habitacional (SFH), que financia imóveis de até R$ 750 mil com recursos tanto do FGTS como da poupança, permanece em 9,15% para quem não é cliente do banco e sofre alteração para quem é cliente, incluindo servidores públicos (veja na tabela).

Já pelo Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI), que financia imóveis com valor acima de R$ 750 mil, a taxa de juros anual passará de 9,2% para 11% para os não-clientes.

O dinheiro do FGTS usado no financiamento que não sofrerá aumento da taxa não é o do trabalhador que está tendo seu imóvel financiado, mas vem do montante global depositado no banco. Já os financiamentos que são feitos com recursos da poupança sofrerão aumento nas taxas de juros. Nesse caso, o dinheiro utilizado no financiamento também não vem da conta do trabalhador, mas das poupanças que fazem parte do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos (SBPE).

A Caixa informou que a alteração se deve ao aumento da taxa básica de juros, que atualmente é de 11,75%.

Os juros da Caixa para habitação costumam ser os menores no mercado e servem como referência para os demais bancos. A Caixa é líder no segmento de financiamento imobiliário, com participação de mercado próxima de 70%.

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Fonte: G1 http://g1.globo.com/economia/seu-dinheiro/noticia/2015/01/caixa-aumenta-partir-desta-segunda-os-juros-para-financiar-casa-propria.html

Como avaliar corretamente o valor de um imóvel?

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Na hora de comprar ou mesmo vender um imóvel, fica sempre à dúvida em relação ao preço, e se este foi bem avaliado ou não.
A primeira providencia que se deve tomar é contratar um profissional devidamente habilitado pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis ou Corretora de Imóvel idônea.

No entanto, para que não haja dúvidas em relação à avaliação, é necessário observar certos aspectos, que vão desde a localização do imóvel até seu estado de conservação. Outros detalhes, no caso de apartamentos, como área de lazer e quantidade de garagens, também são essenciais para se avaliar adequadamente uma unidade.

Em um mesmo edifício é possível encontrar apartamentos de preços variados, dependendo de sua posição. Andares mais altos são mais caros e se forem voltados para o sol da manhã, também possuem um acréscimo no valor. A localização é o primeiro item observado na hora de se avaliar um imóvel. Não apenas o bairro onde está localizado se tem infra-estrutura como padarias e escolas, se está de frente para o mar, mas também o posicionamento em relação ao sol e a altura que o apartamento está no edifício.

O acabamento e o estado de conservação do imóvel também são importantes. Nesse caso, a idade do imóvel deve ser levada em conta, assim como o acabamento da fachada de um prédio. Imóveis mais conservados causam uma primeira impressão melhor do que se estivessem com a pintura gasta ou algum tipo de vazamento.Uma recomendação é fazer os serviços básicos de manutenção antes de avaliar ou colocar o imóvel à venda.

O comprador hoje é muito exigente e pode fazer o preço inicial cair por causa desses pequenos detalhes. O valor gasto na pintura de um apartamento de R$ 160 mil, por exemplo, não chega a 0,5% do preço do imóvel.

O terceiro fator na hora de estabelecer o preço de um imóvel usado são os complementos, como garagens, área de lazer e outros itens, como segurança, que fazem o diferencial na hora da avaliação. Um imóvel pode valer até 10% a mais se tiver outra vaga de garagem. E até em 20% se possuir uma área de lazer completa, quando comparado com outro imóvel na mesma rua, com as mesmas características, mas que possua um lazer menor.

Porém, este item merece atenção redobrada, pois valores muito altos de condomínios em função da área de lazer podem depreciar o preço do imóvel.
Quando for verificar o preço para venda ou compra de um imóvel, o interessado também deve pesquisar os valores cobrados pelo metro quadrado na região utilizando sites especializados e jornais.

O que levar em consideração na escolha de um imóvel?

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Está em dúvidas sobre o que fazer para decidir comprar ou não um imóvel?
Antes de adquirir qualquer tipo, casa, apartamento, entre outros, é necessário avaliar quais são as suas necessidades e, é claro, pesquisar muito.

As opções no mercado imobiliário são vastas, bem como as ofertas e se o imóvel é novo ou usado.
Independentemente do tipo do imóvel que você tenha em mente, avalie sempre se ele está em bom estado de conservação, afinal você não precisa ter dores de cabeças com reformas que não estavam em seu planejamento. Avalie se as paredes não possuem rachaduras, se os encanamentos funcionam bem, se as torneiras possuem a pressão de água adequada e se os pontos de energia elétrica estão adequados. Avalie ainda se piso e pintura estão em boas condições.

Fora estes itens sobre a situação física do imóvel desejado, vale também pesquisar se a vizinhança é agradável, se está de acordo com o que você procura, se é um lugar agitado ou calmo. Verifique se está próximo à supermercados, padarias, farmácias e escolas, por exemplo, pois a localização do imóvel é de extrema importância para a praticidade da sua vida e também de sua família, além de ser um fator que pode facilitar a venda do imóvel posteriormente quando você desejar.

O que você precisa saber antes de financiar um apartamento

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Se você está disposto a encontrar a casa ou apartamento dos sonhos, prepare-se para visitar muitos imóveis antes de achar o seu. Além de avaliar a localização e os detalhes do condomínio, faça uma vistoria detalhada em todos os cômodos e observe o estado de cada ambiente, armários, torneiras, iluminação, pisos, gessos, etc. Pense também se a quantidade de dormitórios e se a própria localização suprirá não só as suas demandas imediatas, como também as de médio e longo prazo.

Agora que você já encontrou o imóvel dos sonhos, chegou a hora de trazê-lo para a realidade. Hoje em dia é possível encontrar inúmeras propostas de financiamento em praticamente todos os bancos, e com uma grande variação nas taxas de juros. Por isso, a regra de ouro ainda é pesquisar. As tributações variam de acordo com fatores como renda, valor total do imóvel e valor que será financiado. O programa de financiamento mais conhecido é o da Caixa, mas é importante pesquisar, fazer simulações e comparar os resultados de todos os outros bancos para encontrar a melhor proposta.

Atenção: além da taxa de juros é preciso ficar atento ao Custo Efetivo Total do Financiamento (CET). Esse percentual mostra o valor total do financiamento, incluindo não apenas as taxas de juros, como também as taxas administrativas e os tributos cobrados pelo banco. A maioria dos bancos possuem simuladores online que podem te ajudar nessa pesquisa, portanto, aproveite a ferramenta e veja o que é melhor para você.

Com a melhor proposta de financiamento definida, chegou o momento de reunir toda a documentação e dar entrada no pagamento. Para fazer qualquer financiamento é preciso pagar um valor alto de entrada. Esse pagamento costuma ser de, no mínimo, 10% do valor total do imóvel e deve ser feito à vista. Caso você tenha trabalhado por pelo menos três anos com carteira assinada, poderá sacar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para usar nesse pagamento.

O gerente do banco escolhido para fazer o financiamento fará uma análise de crédito com base na sua renda, no valor do imóvel e na situação do seu nome (e do cônjuge) na praça. A partir dessa análise, do valor que você pretende dar de entrada e de quanto tempo você pretende quitar sua dívida, o financiamento será definido, assim como o valor das parcelas. Lembre-se que, além do valor da entrada e das parcelas, a compra de um imóvel inclui despesas como escritura e Imposto de Transmissão de Bens Imóveis Intervivos (ITBI) para registrar a transação em cartório. Portanto, separe uma parte do dinheiro que você juntou (aproximadamente 3% do valor do imóvel) para quitar esses custos.

Vai comprar seu primeiro imóvel? Confira dicas importantes!

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Avalie qual é a sua verba disponível para o investimento e se o tipo de imóvel que deseja cabe no seu bolso.

Pesquise o histórico legal do imóvel, do corretor e da imobiliária. Para essa análise, você pode solicitar documentos como certidão negativa de ações cíveis, fiscais e criminais e certidão negativa de ações trabalhistas, por exemplo.

No caso dos apartamentos, considere o valor do condomínio. Lembre-se de que a despesa é pouco influenciada pela localização e varia principalmente de acordo com os gastos com funcionários, instalações do prédio e número de moradores (quanto menos unidades, maior será o custo).

Negocie todas as condições da transação, com tranquilidade e paciência.

Leia atentamente todos os termos do contrato e questione ao surgir qualquer dúvida. Se for preciso, consulte um advogado para ratificar os termos usados.

Reserve uma determinada quantidade de dinheiro especificamente para as taxas de transferência do imóvel, documentação e encargos bancários.