Aprenda e manter a segurança das crianças em casa

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Para ter mais segurança em casa os pais devem se preocupar tanto com atitudes quanto com equipamentos de segurança. Isso significa que devem comprar proteções de portas, proteções de cantos de mesa e travas de armários, por exemplo. No entanto, os equipamentos por si só não resolvem o problema. É preciso que a família tenha um conjunto de cuidados com a segurança dos pequenos.

Para a home organizer Ingrid Lisboa, as portinhas precisam ser colocadas na entrada de cada local que apresente perigo, e não somente na entrada das cozinhas e beiras de escada. “As pessoas se esquecem de que lavanderias e garagens, por exemplo, são locais que podem oferecer grande risco às crianças”, argumenta.

Os cantos vivos dos móveis devem ser protegidos ou já projetados com cantos arredondados. Puxadores com quinas também podem arranhar ou prender as roupas das crianças durante as brincadeiras. Evite ter ou ensine a criança que não pode subir em tampos de vidro, seja de uma mesa lateral ou prateleiras.

Existem equipamentos de segurança de baixo custo e facilidade de acesso que protegem cantos pontudos e outros móveis que oferecem perigo.

Os produtos de limpeza também devem estar em lugares que não sejam acessíveis às crianças e nunca em garrafas pet que continham refrigerantes.

No caso das janelas de apartamentos, as redes de proteção são suficientes para garantir segurança. Mas as telas devem ser checadas periodicamente, pois podem estragar com a ação do tempo. Crianças também usam as tesourinhas da escola para cortar as redes. Fique atento!

Corretor, aprenda a usar o Facebook!

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Claro que você deve conhecer o Facebook…Caso não conheça, cuidado, você já está em desvantagem!

Mas não se preocupe, iremos mostrar o passo-a-passo: “o que é”, “para que serve”, “qual é a diferença”, “como fazer” e “o que fazer”. Como o nosso objetivo é “nivelar o conhecimento” aos que já sabem sobre a ferramenta, sugerimos que busquem pelos tópicos de seu interesse.

Mas afinal, o que é Facebook?

O Facebook é um site no qual as pessoas se conectam com seus amigos para conversar, compartilhar fotos, informações e outros tipos de conteúdo. Em outras palavras, é uma plataforma de relacionamento.

Para que serve?

Como dissemos anteriormente, o Facebook serve basicamente para manter e criar relacionamentos entre as pessoas e aproximar as empresas do dia-a-dia de seus clientes.

Qual é a diferença entre o Facebook e outras redes sociais?

Existem diversas diferenças em relação à ferramenta, mas o que precisamos ressaltar é o tamanho desta rede social e o quão presente ela está em nossas vidas e dos seus clientes. Com cerca de 1,2 bilhões de pessoas no mundo, o Facebook é a rede social mais popular, ou seja, grande parte das pessoas que possuem acesso à internet está nele e o acessam praticamente todos os dias.

Além de ser uma das únicas redes sociais que oferecem diversos modelos de divulgação (propagandas) dentro do site, para que você possa divulgar seu trabalho, o Facebook também se difere por mesclar diversos recursos como textos, fotos, vídeos e links. Por ser bem completa, você poderá captar mais clientes.

Como fazer um Facebook?

Antes de tudo, você precisa entender que existe duas opções de cadastro dentro Facebook. Se você quiser divulgar sua vida pessoal e se relacionar com amigos, é preciso se cadastrar como Perfil. Para isso, basta acessar: www.facebook.com preencher os campos e seguir as instruções no site. Pronto! Sua conta pessoal já está criada.

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Importante: Ao criar um perfil no Facebook você não pode sair adicionando desconhecidos. Isso irá bloquear a sua conta, adicione apenas conhecidos que você acredite que irão te “aceitar” como amigo.

Para assuntos comerciais recomenda-se a criação de uma Página, chamada de Fan Page. Então, se você, corretor, trabalha ou não em uma imobiliária e quer divulgar ofertas para seus clientes ou apenas estreitar relacionamento com eles, é preciso seguir o seguintes passos (o processo é bem simples e intuitivo, não precisa se preocupar):

  • Acesse: www.facebook.com e faça o login em sua conta (da mesma maneira que faz para acessar seu perfil).
  • Ao lado direito superior, clique na seta ao lado do “cadeado” e selecione a opção “Criar Página” (como mostra a imagem).
  • Nesta etapa você escolhe a “categoria” de sua página. Sugerimos que você opte por Empresa ou Negócios locais e preencha o formulário com o nome da página e outras informações necessárias.

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  • Continue preenchendo as informações (quanto mais completo, maior a chance das pessoas acharem a sua página). A quarta etapa, que se refere ao pagamento, você poderá clicar em “Pular”. Mídias sociais apesar da maioria serem gratuitas, exigirá investimento a médio e longo prazo, caso você queira ampliar o alcance de suas publicações e conquistar novos “fãs” (pessoas que curtem e acompanham sua página).

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  • Ao completar sua página, você terá este painel de gerenciamento, divulgue (convide amigos para curtir a página) e alimente a mesma. Desta maneira, seu painel de gerenciamento começará a mostrar informações sobre o seu tipo de público (ex: sexo, idade, região de quem está interessado no seu trabalho) e desenvolvimento de sua página (ex: quantidade de compartilhamentos).

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  • Quando você começar a publicar e ter fãs, você começará a ver as informações da página, como alcance e ao clicar em “Confira as informações da Página”, você verá mais informações detalhadas. Vamos te mostrar o que está acontecendo em nossa página neste momento, será o nosso segredo, não conte a ninguém!

Depois disso, comece a publicar conteúdos interessantes com ética e convide seus amigos para apreciarem sua página e aprenda assim a fazer sucesso!

 

Confira técnicas de venda de imóveis

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A primeira regra de corretores que se destacam no meio imobiliário é ouvir mais o cliente do que falar.

Esta atitude é importante para conhecer o cliente e suas necessidades, para então começar a apresentar os imóveis baseados em seus gostos e estilo de vida.

Você deve se preparar para mostrar os pontos fortes dos imóveis apresentados, mas não comece “justificando” agressivamente a venda, isso pode passar uma imagem negativa para a pessoa que está visitando o local. Haja naturalmente e lembre-se que as “técnicas de vendas” são formas de progredir em uma conversa e melhorar a aceitação de um produto ou serviço (tenha o foco na conversa e descubra o que o cliente quer).

Confira algumas técnicas:

Em algum momento, pergunte se o cliente possui algum empecilho em relação a compra de imóveis. Assim você saberá em qual momento de compra ele está (comprará em curto, médio ou longo prazo) e qual valor pensa em investir. Entenda o estilo de vida do seu cliente, pessoas “espaçosas” ou que gostam de guardar muitos móveis e objetos, por exemplo, tendem a se adaptar melhor a casas do que apartamentos (use esta informação ao seu favor). Mulheres tendem a ser mais detalhistas e se preocupam se o imóvel vai atender às necessidades da família; já o homem geralmente foca no aspecto financeiro, se vale ou não o investimento.
Não mostre imóveis acima do padrão que o cliente possa pagar. Isso poderá frustra-lo.
Preste atenção no que o cliente não diz, tente perceber se há algo sendo omitido na conversa, o argumento que você está procurando pode estar aí. Exemplo, se ele falar que odeia trânsito, procure mostrar imóveis próximos ao trabalho dele ou a transportes públicos, como metrô. Seja cordial e demonstre um pouco de intimidade, o cliente precisa sentir confiança em você antes de fechar qualquer tipo de negócio. Trate-o como um amigo ou familiar. Valorize os aspectos positivos do imóvel, sem omitir informações.

Decore sua casa com tapetes

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Os tapetes podem ser redondos, retangulares, estreitos ou largos. Há também os que ganham uma estampa colorida ou mantêm o tom neutro. Os tapetes há muito tempo deixaram de ser apenas uma peça funcional para participar da decoração da casa. Além de oferecer aconchego, eles complementam o visual do ambiente.

Tamanho – O tapete é um dos últimos itens a serem implementados no visual. A especialista lembra que é importante medir o tamanho do ambiente disponível para não errar na proporção. Esse item não pode parecer que está sobrando na sala, nem tampouco passar a impressão de que faltou tecido para que ficasse com a dimensão adequada.

Composição do visual – Primeiro deve ser feita a compra dos móveis para então escolher o tamanho do tapete que irá fazer melhor composição em termos de cor, tecido e estampa.

Ao decorar, é preciso olhar em volta do ambiente para criar essa harmonia. Se optar por um tapete colorido, uma boa saída é utilizar tons neutros em elementos como poltronas e cortinas para que a mobília não “brigue” com a estampa da peça que vai ao chão.

Tapetes felpudos são ótimos para salas de TV. Além de absorver o som, eles deixam o ambiente mais aconchegante. Para o quarto das crianças, o ideal é aquele que não acumule muito pó e seja antialérgico.

Para que o tapete não cause um acidente, é necessário evitar deixar a sua ponta no meio do caminho. Ele pode ser colocado debaixo de algum móvel. Além disso, quando o sofá é colocado em cima dele, a sensação é de que o ambiente foi alongado.

O quarto ideal para uma boa noite de sono.

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Segundo a consultora do sono da Duoflex, Renata Federighi, já foi comprovado cientificamente que, para uma noite de sono plena é necessário que o ambiente esteja escuro. “A luz prejudica na produção hormonal e dá uma sensação de cansaço pela manhã”, alerta a consultora.

Além de escuro, é importante que o ambiente seja limpo, ventilado e organizado para ter um clima aconchegante. Outro ponto fundamental é dormir com silêncio, de preferência sem o barulho da rua, segundo a arquiteta e especialista em decoração de quartos infantis, Lígia Bisconti.

A bagunça também pode causar estresse. Uma dica da arquiteta é sempre deixar o quarto e a cama arrumados. “Quando voltar no final do dia e encontrar o ambiente organizado será reconfortante”, afirma a arquiteta.

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Decoração – É bom destacar que as cores utilizadas nos quartos têm energia e refletem o clima que se quer dar ao ambiente. Cores mais suaves são as mais indicadas, mas o uso de cores escuras não é proibido.

“Nada impede que tenhamos, por exemplo, uma parede cinza concreto com outros objetos com cores mais alegres e suaves como água, amarelo suave ou verde cítrico. Juntos, podem criar um ambiente lindo e cheio de personalidade”, diz Lígia.

luz do quarto vai de acordo com o gosto de cada pessoa. A arquiteta sugere o uso de lâmpadas que podem ter a intensidade regulada como desejar. Para quartos de bebês, é fundamental não ter lâmpadas expostas, já que eles ficam muito tempo deitados e olhando para cima. Com isso, basta usar filtros dentro das luminárias.

Veja outras dicas decorativas da arquiteta:

Escolher um jogo de lençol bonito, confortável, fácil de lavar e passar deixa o ambiente leve. Modelos com cores claras e detalhes delicados ficam elegantes.

Colcha, cobertor ou edredom que combine com seus jogos de lençol. “Dormir com frio não é nada relaxante”, diz Lígia.

Luminária no criado-mudo é decorativa e evita que a pessoa precise circular pelo quarto no escuro.

Travesseiro – Os modelos dos travesseiros devem ser utilizados de acordo com o biotipo e gosto pessoal de cada um. “O uso do travesseiro em altura e suporte apropriados faz com que a postura de descanso favoreça a coluna, permitindo que a pessoa se levante bem disposta e sem dores no corpo no dia seguinte”, diz Renata.

Dormir de forma inadequada, além de interferir no rendimento das atividades diárias, pode agravar processos como contraturas, osteoporose e má circulação. Para as pessoas mais altas ou pesadas é indicado, por exemplo, travesseiros de maior altura ou com suporte mais firme.

Outro erro comum é expor os travesseiros ao sol. As bactérias ficam alojadas no seu interior e, se for colocado ao sol, ocorre um aquecimento e aumenta a proliferação de ácaros.

Por isso, o ideal é sempre arejar e ventilar o travesseiro, protegido por uma fronha, sempre com luz indireta, segundo a consultora. Esta medida irá aumentar a saúde e a durabilidade do travesseiro. Outra dica importante é utilizar capas de tecidos impermeáveis, para aumentar a proteção e consequentemente a vida útil do travesseiro.

Tire 10 dúvidas sobre declarar seu imóvel no imposto de renda

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1- Como declarar o imóvel adquirido em 2013 no Imposto de Renda?

Todas as aquisições de imóveis em 2013 devem constar na declaração do Imposto de Renda, inclusive os adquiridos por meio de “Contrato de Gaveta” (quando o contrato de compra e venda não é registrado no cartório).

Na “Declaração de Bens e Direitos”, o mutuário deve incluir todos os detalhes sobre a propriedade, como endereço, metragem, número da matrícula e o Cartório de Registro de Imóveis, nome do vendedor com o CPF ou CNPJ entre outros e informar apenas o valor pago no ano vigente. Mas se o bem foi adquirido nos anos anteriores, basta importar a declaração antiga.

Também não se deve esquecer de informar o quanto pagou, no ano de 2013, de parcelas e prestações na compra do imóvel financiado e indicar o(s) credor(es) com o CNPJ e o saldo devedor. São informações valiosas para demonstrar que o imóvel não foi comprado à vista o que geraria no aparecimento de rendimento bem maior.

2- Qual valor deve ser declarado para o imóvel?

Se o imóvel foi adquirido após 1988, os custos de acréscimos da obra deverão constar da declaração, ou seja, reformas de ampliação da casa e benfeitorias dentro imóvel, juntamente com preço da propriedade que consta da escritura. Esses dados devem ser inseridos na coluna “Discriminação”. É importante descrever a reforma e o valor gasto, como também guardar todos os recibos e notas fiscais por cinco anos, para a comprovação do custo da obra. Sempre observando que esses valores declarados devem estar dentro do limite das “rendas líquidas” dos anos anteriores e do ano-base.

Para os imóveis adquiridos a partir de janeiro de 1996, o aconselhável é utilizar como referência os dados da escritura ou do contrato na “Declaração de Bens e Direitos”.

3- Como proceder se houve a utilização do FGTS para quitar ou comprar um imóvel?

Nos casos da utilização do FGTS – Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, seja para quitar ou comprar a casa, o valor deve ser colocado em “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”. Como também deve ser deduzido da ficha “Bens e Direitos”. É necessária a sua inclusão para a comprovação do aumento do patrimônio do contribuinte.

4- No caso da pessoa física que vendeu a casa e não conseguiu comprar outro imóvel no prazo de 180 dias?

Na declaração do IR, essas informações devem ser especificadas no campo “Ganhos de Capital”. Na ficha deverá conter o valor da venda, o nome do comprador e a data da transação, além do valor do bem informado na declaração anterior para calcular o ganho efetivo. Se o valor da venda for utilizado para a compra de outro imóvel dentro do prazo de 180 dias, o contribuinte ficará isento de imposto pela transação. Caso contrário, deverá recolher o imposto No que tange os rendimentos oriundos da venda de imóveis, haverá a incidência de uma tributação especial: o imposto de renda sobre o ganho de capital.

Este tributo incide sobre a diferença positiva entre o valor de venda do imóvel e o seu valor histórico – o valor que consta na declaração do contribuinte como sendo o valor e compra do imóvel. O imposto de renda é apurado aplicando-se uma alíquota de 15% sobre o lucro resultante das operações de compra e venda.

Importante: O imposto de renda sobre o ganho de capital deve ser apurado e pago de forma separada do imposto de renda incidente sobre os outros rendimentos tributáveis.

5- É possível reduzir o lucro obtido com a venda do imóvel no valor total do IR?

Existem algumas maneiras para tentar reduzir o valor total de imposto de renda a ser pago pelo contribuinte sobre o lucro obtido com a venda do imóvel:

• Quando o imóvel foi adquirido há muitos anos, é possível corrigir o valor de compra desse imóvel utilizando os índices de correção previstos em lei.
• É possível adicionar ao custo de aquisição todas as melhorias realizadas no imóvel.
• É possível deduzir da base de cálculo o valor da taxa de corretagem paga pela intermediação do negócio.

6 – Quais contribuintes estão isentos do IR?

Estão isentos os contribuintes:

• Cujo ganho de capital com a venda de imóvel tenha sido igual ou inferior ao valor limite de R$ 35 000.
• Que venderam o seu único imóvel por um valor máximo de R$ 440 000, desde que não tenham vendido qualquer outro imóvel nos últimos cinco anos.
• Cujo imóvel tenha sido desapropriado pelo Poder Público Federal, Estadual ou Municipal. Mesmo que haja ganho de capital, considera-se que tal lucro meramente recompôs o patrimônio do desapropriado, assim como lhe proporciona justa indenização não sujeita a tributação pelo imposto de renda.

7- Como proceder em situações em que o saldo devedor do financiamento do imóvel é quitado em decorrência de invalidez permanente ou falecimento do mutuário?

O valor não deve ser tributado no Imposto de Renda já que no contrato na compra da propriedade estão garantidos tanto os seguros “Morte e Invalidez Permanente” (MIP) como o de “Danos Físicos ao Imóvel” (DFI). Para isso, informe na ficha “Rendimentos Isentos e Não-Tributáveis” o valor pago da apólice pela seguradora. Já na ficha “Bens e Direitos” deve constar o valor somado do saldo anterior das parcelas quitadas ao do saldo devedor pago pela seguradora.

8- Na hipótese em que o mutuário comprou o imóvel por meio do contrato particular ou de gaveta, como a transação deve ser declarada?

Esse tipo de contrato é válido para comprovar a aquisição. Junte o valor do contrato na “Declaração de Bens e Direitos”, inclusive do imóvel comprado na planta.

9- De que modo fazer a declaração do IR de imóveis comprados por meio de consórcio?

Há duas formas para fazer a declaração do IR de imóveis adquiridos por meio de consórcio: se a propriedade foi contemplada em 2013 deve-se inserir os dados no código 95 da “Ficha Bens e Direitos”. Nela deve ser discriminado o bem recebido, seus dados e do consórcio. Se não for contemplado, mesmo assim o contribuinte deverá informar à Receita o valor investido no consórcio.

10- Como declarar bens recebidos por herança?

A declaração deve ser feita em nome da pessoa falecida, utilizando os dados da última declaração realizada por ela, ou indicar o valor que está na partilha. Também devem ser informados os dados e a forma de aquisição da propriedade, além de indicar a parte que cabe a cada um dos familiares na partilha. Essas informações devem constar na coluna “Discriminação”.

O que é melhor: Financiar ou alugar um imóvel? Essa é a nossa dica de número 07

O mercado imobiliário brasileiro tem apresentado bons motivos para que as pessoas saiam do aluguel e conquistem o imóvel próprio, mas é válido afirmar que sempre é necessário ter cuidado antes de fazer qualquer contrato, calculando corretamente todos os detalhes.
As vezes, a quantia que você investe mensalmente no aluguel pode equivaler a uma parcela do sonhado imóvel próprio, e é nestes casos que o financiamento compensa, mas para isso o ideal é que você tenha em caixa um valor para oferecer uma boa entrada, assim você não perde muito em juros e realiza um bom negócio.

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