E aí vai a dica final, número 08:

Conquistar o Primeiro Imóvel é de fato a realização de um sonho. A Tráfego Imóveis te da algumas dicas para Decorar o seu Imóvel.

Antes de se mudar, é preciso avaliar o espaço disponível, isso facilita muito a distribuição dos móveis.

A melhor dica em qualquer caso, é saber aproveitar bem o espaço, por isso escolha cores claras se precisar expandir um espaço pequeno, ou cores escuras se quiser ter um espaço mais aconchegante e com aspecto menor.

Personalize, deixe o imóvel a sua cara, cores são bem vindas, texturas também, e papéis de parede estão em alta. Capriche na iluminação, e esteja atento a tendências, e sempre abuse da Criatividade.

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Saiba como adaptar um jardim para portadores de necessidades especiais

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Para fazer um jardim que seja 100% acessível aos portadores de necessidades especiais, como cadeirantes, primeiramente deve-se seguir à risca a NBR9050, segundo o arquiteto Eduardo Ronchetti.

Um dos cuidados diz respeito aos revestimentos, pois os pisos devem ser antiderrapantes. Hoje em dia existe uma gama de opções muito vasta no mercado. Ronchetti cita como um revestimento nobre e belo o piso de pedra natural travertino com acabamento flameado. “É como se a pedra não recebesse o polimento, ficando com porosidades que o ajudam a ser antiderrapante”, explica.

Outra opção é o piso fulgê, bastante poroso e antiderrapante, mas é preciso ter o cuidado de especificar que o material seja executado com certo limite de irregularidade, pois a trepidação deve ser muito leve para não prejudicar a circulação do cadeirante.

Para mobiliário não existe uma linha específica, tudo poderá ser utilizado, contanto que sejam seguidas as dimensões ideais estabelecidas na NBR9050. Os móveis devem estar dispostos no ambiente de forma que não atrapalhem a circulação. Caso o cadeirante queira se transferir para uma cadeira, por exemplo, o móvel deve ter a altura de 46 cm.

Para as plantas também não existe algo específico, segundo Ronchetti. “Mas sempre procuramos buscar com nossos fornecedores materiais mais texturizados, a fim de aguçar as sensações de uma pessoa com deficiência visual, por exemplo”, orienta. Além disso, é necessário procurar plantas que não atrapalhem a circulação, que não se transformem em obstáculos suspensos ou com raiz muito grande.

A arquiteta Laurimar Coelho complementa que o piso não pode ter interferências, deve ser plano para a cadeira circular livremente. O espaço deve ser largo para a manobra da cadeira. “Algo de, no mínimo, 1,5 metro quadrado para o cadeirante poder fazer curvas”, aconselha.

“As plantas escolhidas devem ser arbustos que tenham altura média na fase adulta para que o indivíduo possa apreciá-la e tê-las ao alcance das mãos. Pode-se fazer um jardim sensorial, com plantas das mais variadas texturas cores e aromas”, recomenda Laurimar.

Ela lembra ainda que plantas de folhas pontiagudas e com espinhos, de copas baixas e largas devem ser evitadas para não machucar o cadeirante.

“Para quem gosta de lidar com a terra, a dica é investir em jardineiras suspensas. Dessa forma, a base das plantas fica mais ao alcance das mãos.”

Quanto aos móveis, Laurimar lembra que algumas espreguiçadeiras são baixas e desconfortáveis para fazer a transferência da cadeira para o assento. “Opte por cadeiras do tipo padrão, mas que sejam apropriadas para jardins, mais resistentes à chuva e ao sol”, ensina. Segundo a arquiteta, há vários fabricantes especializados em mobília para áreas externas, com jardins e piscinas. “São móveis leves e há ainda as camas de jardim, que são muito confortáveis”, diz.

Usar energia solar em casa vale a pena?

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Embora seja um país tropical, o Brasil ainda não aproveita como poderia um de seus principais recursos naturais: o calor do sol. A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) lista apenas 27 mini ou micro-estações geradoras de energia solar no País. Três delas são pontos comerciais e 24 são residências.

Na opinião da engenheira Lourdes Printes, diretora técnica da LCP Engenharia & Construções, uma das pioneiras na construção sustentável residencial no Brasil, em primeiro lugar é preciso que todos tenham a consciência de que a utilização correta e racional, tanto de energia elétrica como de água, é fundamental.

Custo e vantagens – Segundo a engenheira, em uma instalação do porte de 5,0 Kwp, o custo total de projeto, equipamento, instalação e contrato com a concessionária local é de aproximadamente R$ 60.000. “Não existem desvantagens, apenas a necessidade de inspeções preventivas periódicas e conservação. A principal vantagem é ter um sistema sustentável. O tempo médio para retorno do investimento é de 16 anos, independentemente do porte da instalação”, explica.

De acordo com Lourdes, em algumas das obras realizadas pela empresa em imóveis com cerca de 300 a 400 metros quadrados de área construída, a economia de energia foi de 73.106,80 MWh ao ano.

Para utilizar o sistema em uma casa já construída, é preciso que haja espaço disponível para a instalação da bateria de placas, que devem ficar voltadas para o norte, e que o local tenha ótima incidência solar todo o ano. “A energia fotovoltaica gerada não precisa estar voltada para pontos de consumo determinados, pois interage com o sistema da concessionária, gerando créditos que poderão ser consumidos em até noventa dias, não havendo necessidade de baterias”, detalha Lourdes.

Segundo Lourdes, uma maior capacidade instalada gera economia mensal maior. “A portaria 482 da Aneel permite que qualquer cidadão gere energia e conecte-se à rede pública de energia pagando a diferença entre a gerada e a consumida, se esta última for maior”, explica.

Conheça as vantagens e desvantagens dos tipos de piso e escolha o seu

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Vinílico – A instalação é fácil e rápida e a superfície precisa estar uniforme e limpa. O material não mancha, é antialérgico, muito resistente e com alta durabilidade, não faz barulho ao andar e tem diversas cores e formatos. A limpeza é feita apenas com pano úmido e representa uma alta economia para a obra. O custo médio do vinílico é de R$ 50 por m², mais a instalação.

O piso não é recomendado para áreas externas, úmidas ou que tenham muito contato com água, como por exemplo, o banheiro. “Móveis pontiagudos podem marcar o piso e é recomendado que o material não tenha muitas ranhuras para não dificultar a limpeza”, alerta Georgia.

Taco – É um piso atemporal, hipoalérgico e que aceita todo tipo de decoração, sendo acolhedor e aconchegante. É versátil, muito duradouro e a limpeza diária é simples, feita com vassoura, pano úmido e produtos específicos para a conservação da madeira. O custo médio dos tacos é de R$ 200 por m².

O alto custo e o tempo de instalação podem ser fatores contra o taco, que é mais trabalhoso do que os outros pisos. A colocação é feita em três etapas: instalação de peças coladas uma a uma, raspagem e acabamento.

Cimento queimado – Material de aplicação fácil e deve ser colocado em uma superfície lisa e nivelada. É ideal para quem quer uma obra rápida e pode ser usado em áreas internas e externas. Para ter uma durabilidade prolongada, é necessário aplicação de resina com base acrílica por cima da massa ainda úmida e tem a versatilidade na hora de decorar a casa. O custo é de R$ 15 por m².

“Se não for bem aplicado, pode ocorrer fissuras, comprometendo a durabilidade do piso. Com o tempo, a tendência é que apareçam algumas manchas no piso”, ressalta Georgia.

Laminado – É um piso semelhante ao carpete de madeira, mas com valor inferior. É utilizado apenas em ambientes internos, sua instalação é fácil e rápida, não precisa de acabamento e a limpeza pode ser feita com pano úmido. Seu custo médio é de R$ 50 por m². “São instalados sobre mantas de polietileno, protegem da umidade e funcionam como isolante acústico e térmico”, diz Nathália.

O contato com a água ou o sol direto no piso pode deformar as peças. Além disso, alguns modelos podem se tornar escorregadios. Não é recomendado para animais de estimação.

Pisos frios – Os tipos mais comuns são porcelanato e cerâmica. São encontrados em peças de vários tamanhos, cores, espessuras e texturas. Podem ser usados em ambientes externos e internos e não têm problemas com água. Se for colocado em área aberta, deve-se escolher um piso antiderrapante. Sua limpeza pode ser feita apenas com um pano úmido.

Sua desvantagem é que a queda de objetos pode lascar ou quebrar o piso, além de fazer ruído ao caminhar em um piso frio.

Carpete – Pode ser comprado em diversos materiais, nylon, lã ou poliéster. As emendas não são visíveis, é um piso seguro por ser antiderrapante, reduz o impacto de possíveis quedas, não faz ruído ao andar e não propaga som entre os andares. Além disso, cria um ambiente aconchegante e agradável. Sua limpeza é feita com pano um pouco úmido e aspirador de pó. Seu custo médio é de R$ 55 por m².

A utilização de água em excesso pode mofar o carpete. Além disso, não é um piso recomendado para animais por causa dos pelos.

 

Crédito imobiliário deve crescer ainda mais em 2014

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Segundo o presidente da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), Octavio de Lazari Junior, o financiamento imobiliário com recursos da poupança crescerá de 15% a 20% em 2014.

Para ele, a expansão do crédito até o próximo mês de dezembro será sustentada pelo apetite dos bancos pela carteira imobiliária, associada à recuperação das empresas de construção e boas condições de emprego e renda da população.

“Prevemos um crescimento de 15%, que é uma perspectiva moderada. Eu acredito que avançaria até 20%”, disse.

Já para 2013, o executivo ainda afirmou estimar que o crédito imobiliário para compra e construção de imóveis ultrapasse os R$ 100 bilhões em todo o país. Caso o volume seja confirmado, apresentaria um crescimento de 20% em relação a 2012, quanto totalizou R$ 82,76 bilhões. Estes dados contabilizam apenas os recursos oriundos da poupança.

Para os especialistas do setor, há ainda outros fundamentos importantes que também mostram que a demanda para a indústria imobiliária brasileira continuará em alta em 2014.

Segundo o Secovi-SP (sindicato de habitação), os casamentos e os divórcios também têm impulsionado o crédito nacional, já que se consolidam em 1 milhão de cerimônias ao ano, período em que também acontecem cerca de 280 mil separações.

“Só esses dois acontecimentos indicam a necessidade de centenas de milhares de moradias por ano no país”, diz parte do texto do último levantamento da entidade sobre o mercado.

A estimativa do sindicato é que, somente na cidade de São Paulo, haja demanda anual por imóveis novos residenciais da ordem de 30 mil a 35 mil unidades.

Outro indicador que estimula a saúde do financiamento habitacional é a taxa de inadimplência, que gira em torno de 1,4% dos contratos com garantia por alienação fiduciária. Segundo o Banco Central, o segmento de imóveis tem o menor calote entre todos os produtos bancários.

No entanto, apesar do forte crescimento nos últimos anos, o saldo de crédito imobiliário em relação ao PIB nacional atingiu 7,9% em agosto deste ano, ainda baixo em relação a outras economias emergentes, como Chile e México, por exemplo.

Conheça projetos de lei que podem impactar o mercado imobiliário

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Debates relevantes e polêmicos do mercado imobiliário viraram temas de projetos de lei que tramitam atualmente na Câmara dos Deputados. Um deles, por exemplo, pretende proibir que as construtoras estabeleçam nos contratos atraso superior a 60 dias na entrega do imóvel.

Ou seja, após a data firmada, o comprador só poderá aguardar mais dois meses para entrar na casa (ou outro empreendimento). Caso contrário, o incorporador terá que pagar ao proprietário multa correspondente a cinco milésimos do valor total pago pelo bem adquirido.

O objetivo dessa proposta, segundo o seu relator, é impedir algumas práticas comuns entre as construtoras, tais como estipular uma tolerância de, normalmente, seis meses para o atraso na entrega do imóvel ou colocar cláusulas de contrato com indenizações baixas para os compradores lesados. “As construtoras, às vezes, não conseguem cumprir o prazo, não fazem um plano para ver se o investimento delas são compatíveis com o mercado, e quem tem pago isso é o consumidor”, afirmou o deputado Paulo Foletto.

O advogado Rubens Carmo Elias Filho, que também preside a Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo (AABIC), comenta que os atuais contratos firmados entre construtoras e proprietários já estabelecem cláusulas com multas e indenizações para eventuais descumprimentos de prazos. Ou seja, o projeto de lei, se aprovado, fará uma interferência desnecessária nesses procedimentos. Para ele, a entrega da moradia dentro do prazo firmado entre as partes poderia se tornar um diferencial de mercado para as construtoras.

Existem ainda outros projetos de lei que, se aprovados e sancionados, poderão causar certo impacto no mercado. Confira o que mais anda sendo discutido na Câmara dos Deputados em assunto de imóvel.Abatimento para imóvel alugado em reforma – A proposta desse projeto de lei é conceder desconto no aluguel durante o período em que forem feitos reparos e reformas consideradas urgentes na residência. Hoje, o inquilino só tem direito ao abatimento do aluguel se os reparos durarem mais de dez dias, conforme prevê o artigo 26 da Lei do Inquilinato.

“O mínimo a se exigir do locador é a garantia de que o imóvel estará em condições apropriadas para uso, sob pena de não poder cobrar o aluguel durante o período em que a residência estiver em reparos”, afirmou o relator do projeto, deputado Vanderlei Siraque.

O presidente da AABIC concorda que seria justo o locatário efetuar o pagamento do aluguel a partir do momento em que a casa estivesse apta para ser habitada, salvo os casos de pequenos reparos, que não impedem a utilização da propriedade.

Isenção de IPTU para quem preservar mata nativa – A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) é não cobrar IPTU de quem vive em uma residência onde há vegetação nativa e realiza a preservação da área. A proposta também estabelece o reaproveitamento de águas da chuva, a utilização de energia renovável e outras atitudes por parte do morador como critérios para diminuir a alíquota do IPTU. Atualmente, a Constituição utiliza apenas a localização e o uso do imóvel para avaliar o valor do imposto municipal.

De acordo com o relator, o propósito dessa PEC é incentivar o cidadão a construir e comprar moradias que preservem os recursos hídricos, economizem energia e preservem vegetação.

Na opinião do advogado Rubens Carmo, se o projeto for aprovado, caberá às prefeituras realizar um trabalho eficiente de supervisão dos imóveis beneficiados pela lei, para atingir, de fato, o objetivo da lei, que é a preservação dos recursos naturais.

*Com informações da Agência Câmara de Notícias

Confira as novas regras e procedimentos para obras em apartamentos

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Com as recentes ocorrências de desabamento de um prédio comercial na Cidade do Rio de Janeiro e de outro edifício, parcialmente, no Centro de São Bernardo do Campo, se acendeu a luz amarela e o tema passou a ser visto de forma mais cuidadosa pelo corpo diretivo dos edifícios. Tanto que houve aumento de consultas ao nosso escritório sobre como proceder nesses casos.

Claro que não se deve alardear situações que foram pontuais e que não são comuns, mas alguns cuidados devem ser sempre observados para a realização de uma obra segura e que não coloque em risco a edificação como um todo.

A questão é positivada pelo Código Civil no artigo 1336, inciso II, o qual transcrevemos:

“Artigo 1336 – São deveres do condômino:

II – não realizar obras que comprometam a segurança da edificação.”

A realização de reformas, alterações ou adaptações é inerente ao direito de propriedade, consagrado pela Constituição Federal. Porém, não existem direitos absolutos no ordenamento jurídico brasileiro e, por tal razão, o direito de propriedade sofre limitações. Uma delas é justamente com relação ao uso nocivo da propriedade, o que pode ocorrer no caso de comprometimento da segurança, como bem definido no artigo acima. Normalmente, a Convenção de Condomínio e Regulamento Interno também cuidam da matéria.

Primeiramente, em que pese se tratar de uma obviedade, importante mencionar que nenhuma parte estrutural deve ser suprimida, mantendo-se intactas as vigas, colunas e até algumas portas da unidade. Por tal razão, sugere-se acompanhamento da reforma por engenheiro civil, que fará um projeto baseado em um estudo minucioso da planta do imóvel, emitindo e recolhendo a taxa do que se chama ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) ao Conselho de Engenharia e Arquitetura (CREA), sendo este o órgão fiscalizador da classe, bem como eventual alvará autorizando a obra emitido pela Municipalidade.

Além da questão estrutural, o projeto de engenharia também é importante porque normalmente contempla as partes elétrica e hidráulica da unidade, as quais em princípio deverão ser mantidas conforme projeto original da construtora.

Relevante também lembrar que o síndico tem responsabilidade sobre eventual dano causado pela unidade, respondendo nas esferas cível e criminal caso tenha sido omisso no cumprimento de suas funções, destacando-se ao caso o dever de fiscalização, sem prejuízo da responsabilidade do proprietário do imóvel.

Desta forma, orientamos o síndico a solicitar, por escrito através de notificação endereçada ao titular da unidade, esclarecimentos acerca da reforma, bem como a apresentação do projeto.

Havendo negativa na prestação das informações, pode lançar mão de medidas extrajudicias ou de processo judicial com vistas a embargar a obra, inclusive de forma liminar logo no início da demanda. Claro que, neste caso, deve possuir o mínimo de provas aptas a comprovar os riscos que a reforma traz ao edifício. Iremos explorar tais possibilidades nos próximos artigos.

Mas, questiona-se: todas as reformas necessitam de acompanhamento por engenheiro, recolhimento de ART e de ciência ao corpo diretivo do condomínio? A resposta é negativa e deve haver uma avaliação caso a caso. Se há grande movimentação de empregados na obra, quantidade significativa de materiais de construção sendo entregues na unidade, bem como pelo barulho produzido, é possível fazer uma aferição sobre a grandiosidade da reforma.

Portanto, cabe ao síndico ser diligente na verificação das obras realizadas nas unidades, devendo utilizar seu poder de fiscalização, inerente a sua função administrativa; ao condômino, necessário bom senso para não fazer mau uso da propriedade, adotando as medidas necessárias para não colocar em risco a edificação como um todo.

Aprenda a fazer uma parede de tijolos, sem tijolos!

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Passo a passo da criação do painel:

Lista de material
– Terra
– Massa corrida
– Fita crepe
– Peneira

Com a fita crepe, desenhe na parede a forma dos tijolos.

 

 

Passe a terra pela peneira e em seguida misture com a massa corrida.

Depois de pronta, passe a massa na parede respeitando a fita crepe. Enquanto a massa ainda estiver fresca, remova a fita e pronto! Agora é só curtir seus tijolinhos.

Vale a pena alugar o apartamento durante a Copa?

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A Copa do Mundo está chegando e, com o evento, milhares de turistas devem desembarcar no Brasil para acompanhar suas seleções. De olho em uma renda extra, muitas pessoas estão colocando seus apartamentos para alugar, com preços altos, formando um mercado imobiliário paralelo. Mas, afinal, vale a pena alugar um apartamento para períodos pequenos?

Na visão de José Augusto Viana Neto, presidente do Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis), o apartamento é melhor se for perto do estádio e, além disso, é mais barato. “O apartamento dá mais liberdade para um grupo de amigos ou família, e o hotel já é mais restritivo”, afirma.

Mas, fique atento aos valores e qualidades do apartamento. O Creci orienta que as partes envolvidas no negócio façam um contrato de aluguel, mesmo que o período dure uma semana ou menos. Neste contrato devem constar as datas de entrada e saída do inquilino, valor, forma de pagamento, eventuais multas para casos de atraso ou depredação e até o número de pessoas que vão ficar no imóvel.

Ainda no contrato é importante colocar o número de copos, talheres, pratos, panelas e outros utensílios que estejam à disposição no imóvel a ser alugado.