Opções práticas para construção e reforma

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Para o consumidor que deseja economizar na construção ou na reforma da casa, sem a contratação de um profissional especializado, a Construir Rio 2011 traz uma série de lançamentos na linha “faça você mesmo”, que podem ser usados até por quem não tem conhecimento avançado sobre obras.

Apesar de a feira ser focada na geração de negócios entre profissionais e empresas do setor, os visitantes “leigos” vão conhecer produtos práticos, que em breve serão encontrados nas lojas:

“Nosso público vai de pintores, construtores e mestres de obras a arquitetos, engenheiros e lojistas. Mas é evidente que quem estiver reformando ou construindo tem uma excelente oportunidade de ver tendências”, explica Antônio Júnior, diretor do Núcleo de Construção da Fagga, responsável pela feira.

Entre os lançamentos que prometem facilitar a vida dos consumidores, está uma linha de porcelanato de sobreposição da Incefra, indicada para a aplicação sobre revestimentos antigos. Se você quiser mudar o acabamento da sua casa, basta colar o produto diretamente sobre os pisos ou os azulejos, com a ajuda de um rolo ou uma espátula.

Outra solução prática, que evita sujeira no banheiro, é o vedante de vaso sanitário da Vedavaso. O produto dispensa o uso de cimento para fixar a peça.

A MontFácil traz uma linha de móveis que podem ser encaixados pelos próprios consumidores, com auxílio apenas do manual de instruções. São cerca de 400 opções para decorar e organizar ambientes residenciais, corporativos ou de lazer.

Entre as opções de ferramentas, a Norton apresenta a linha de lixas Advance, indicada, principalmente, para o lixamento manual. O produto estará disponível em embalagem pequena, com duas unidades, ideal para quem precisa fazer pequenos reparos. Outra ferramenta indicada para pequenos consertos é a lâmina de serra.

Por fim, para garantir a segurança dos adeptos ao “faça você mesmo”, a empresa oferece equipamentos de proteção individual. As luvas protegem de agentes perfurantes e cortantes. As máscaras descartáveis são indicadas para quem trabalha em ambientes com grande concentração de poeira, névoa ou fumaça.

Saiba o que fazer com o entulho da obra do seu imóvel

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Se a quantidade de entulho for maior do que a permitida por lei em sua cidade, você deve recorrer ao aluguel de caçambas.

Ao contratar um serviço de caçamba, é preciso se certificar de que a empresa irá destinar o entulho ao lugar correto.

Para evitar problemas, certifique-se que você obtenha um contrato da empresa de caçamba que informe a destinação do entulho, assim como uma via do registro do Controle de Transporte de Resíduo (CTR), que é um documento que exige que os resíduos foram entregues em área licenciada. Segundo a Prefeitura de São Paulo, o período máximo para a permanência da caçamba no local é de até 72 horas, mas algumas empresas costumam deixar um pouco mais, caso a via seja tranquila. Já no Rio de Janeiro, o prazo estipulado pela Comlurb é de 48 horas.

As caçambas devem ficar estacionadas em frente à construção, em vias com largura maior do que 5,80 metros. Em ruas onde há obrigatoriedade de Zona Azul, em São Paulo, é preciso pedir uma autorização ao Departamento de Operação do Sistema Viário (DSV). O compartimento deve apresentar, de forma legível, os dados da prestadora de serviço e da caçamba, assim como o telefone para emergência. Além disso, deve constar nela películas reflexivas para visualizações noturnas.

As caçambas não devem ficar em locais onde o estacionamento é proibido, e nem tampouco em paradas de ônibus, táxi e caminhões, passagem de deficientes físicos e entradas de farmácias. Estacionar em cima da calçada ou próximo a caixas de correio, hidrantes e telefones público também não é permitido, assim como em esquinas.

Morador deve seguir norma da ABNT para reformar. Conheça as regras

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Desde o dia 18 de abril está em vigor a NBR 16.280 – norma com regras para reformas publicada pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) –, que apresenta um roteiro de procedimentos a serem seguidos nas obras dentro e fora dos imóveis.

Que obras ou reparos de um imóvel não precisam de apresentação de projeto técnico para serem liberadas ou aprovadas pelo síndico?

Para os pequenos reparos em imóveis não tombados, desde que não sejam alteradas as condições edilícias pré-aprovadas, não existe a necessidade de alvará e com isso fica o morador liberado da aprovação do síndico. Exemplos destes casos: a realização de pequeno reparo no piso, reparo na pintura, substituição de louças nos banheiros, remoção de azulejos, entre outros reparos de pequeno porte (considerando o Código de Obras do Município de São Paulo).

Para quaisquer tipos de reformas e obras, salvo a situação acima, será necessário o aval do síndico nos termos do item 5.1 da ABNT 16.280:2014, mesmo que seja uma mudança simples.

Quais são os documentos e informações que o morador deve fornecer ao síndico para obter aprovação de uma obra?

O condômino deverá apresentar ao síndico:  o atendimento às legislações vigentes;  apresentação de projetos; escopo dos serviços a serem realizados; cronograma da reforma; dados das empresas; profissionais e funcionários envolvidos na realização da reforma;  termo de responsabilidade técnica do projeto e comunicação ao responsável legal da edificação antes do seu início.

O que pode acontecer com o morador caso ele inicie uma obra sem autorização?

O síndico deverá imediatamente comunicar ou notificar o morador da necessidade de apresentação do projeto, cronograma, responsável técnico e demais exigências, sob pena de paralisação imediata da obra. No caso de descumprimento o síndico poderá de forma administrativa fazer uma denúncia à Prefeitura (156), e de forma judicial, ingressar com ação de obrigação de não fazer objetivando paralisar liminarmente a obra.

Durante a reforma, com a entrada e saída de pedreiros e fornecedores de material, quais são as obrigações do proprietário e do síndico?

O proprietário deverá informar previamente as empresas e funcionários que ingressarão na obra, bem como comunicar o desligamento e substituição de qualquer prestador de serviço ou empresa durante a sua execução.

A entrega do material precisa ser previamente informada a fim de que possa subir conforme regimento interno de cada prédio e condições impostas por cada comunidade.

Ao síndico caberá: verificar ou delegar a terceiros (engenheiro/arquiteto) o devido atendimento ao plano de reforma; cumprir e fazer cumprir as deliberações em relação as obras aprovadas  em atendimento a convenção, ao regimento interno e as determinações da assembleia; tomar as ações legais e necessárias,  sob qualquer condição de risco iminente para a edificação.

Ao término da obra, o morador precisa apresentar algum relatório ou documento ao síndico?

O proprietário deverá solicitar termo de encerramento de obra ao executante e apresentar ao síndico, e permitir a vistoria final pelo síndico ou seu representante.

Que papéis o morador deve manter em seus arquivos, caso seja necessário responder pela obra futuramente?

Ele deve manter uma cópia dos documentos apresentados ao condomínio na ocasião da aprovação da obra, bem como a autorização por escrito do síndico aprovando a execução da obra.

Lembrando que caberá ao síndico manter a documentação disponível e prontamente recuperável, aos proprietários, condôminos, construtor/incorporador e contratado. E ainda manter a guarda da documentação referente as reformas e transferi-la integralmente e formalmente ao seu sucessor.

Confira dicas para não errar na pintura das paredes da casa

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O que você precisa antes de começar o trabalho: lixa n° 150, lona plástica, fita-crepe, rolo de pintura, caçamba para tinta, tinta, pincel, massa corrida, gesso, misturador, trincha e espátula. Todos são facilmente encontrados em lojas do setor de construção.

Antes de mergulhar o pincel na lata de tinta, remova da parede todas as tomadas, interruptores e outros acessórios, além de retirar ou cobrir os móveis e espalhar jornais pelo chão. Depois disso, é preciso eliminar os focos de umidade da área que vai receber a pintura. Para tanto, basta utilizar produtos antimofo para acabar com a concentração. Depois de solucionado o problema, vale lixar a parede para retirar o que estiver “descascando”. Para nivelar a superfície, aplique massa corrida e lixe novamente.

Se a parede apresentar rachaduras, a dica é aplicar massa corrida para tampar pequenos orifícios, mas se o problema for ainda maior, o ideal é preencher os buracos com cimento ou gesso.

Para evitar desperdícios, é bom medir o comprimento da parede e multiplicar pelo pé direito, que corresponde à altura do chão ao teto. Depois, é só multiplicar o valor por três, que é o número médio de demãos. O resultado vai indicar uma possível quantidade de tinta necessária para a obra.

As latas costumam indicar a área que cobrem, portanto, é importante também observar o que diz o fabricante. Outra dica é testar a tinta em uma área menor antes de comprar em grande quantidade, pois em alguns casos o efeito é diferente do catálogo.

Candy colors viram tendência na decoração

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Como o nome já sugere, os tons dessa cartela são inspirados em doces, como balas, marshmallows, dentre outros, e prometem invadir a decoração dos lares brasileiros ainda neste ano.

De acordo com especialistas da Ibratin, empresa do mercado de tintas, as candy colors possuem a vantagem de não serem cansativas e de combinarem facilmente entre si. Sucesso nos anos 60, elas voltam com tudo nas cores lilás, amarelo, verde e azul.

Confira algumas inspirações para reproduzir na sua residência:

candy colors na decoração

Candy colors possuem a vantagem de não serem cansativas (Fotos: Reprodução – Pinterest)

 

Cores são bem-vindas na parede de um cômodo ou em detalhes da decoração

 

Sucesso nos anos 60, as candy colors voltam com tudo nas cores lilás, amarelo, verde e azul

 

Consórcio de imóvel só vale a pena se o sorteio vier rápido.

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Considerado a principal alternativa para quem quer fugir do financiamento de um imóvel, o consórcio tem um monte de particularidades e exige cuidados na hora de se optar por esta modalidade.

Segundo especialistas do setor, entrar no consórcio de um imóvel atualmente vale a pena somente se o consumidor for contemplado nos primeiros meses de participação.

Isso porque, com as atuais quedas nos juros vistas no mercado de financiamento, os consorciados podem ter mais gastos se forem sorteados próximo ao prazo final desta outra operação financeira.

No consórcio, as pessoas são reunidas em grupos, cujo número pode variar bastante. Estes integrantes pagam as parcelas mensais referentes ao valor da carta de crédito escolhida. Ao invés dos juros, estas cotas por mês são corrigidas de acordo com o INCC (Índice Nacional da Construção Civil), além das taxas de administração de cada administradora.

Mensalmente, realiza-se uma assembleia, quando ao menos um cotista é sorteado. Quanto mais participante no mesmo grupo, mais difícil será para o consorciado ser contemplado.

Por isso, existe ainda a possibilidade dos integrantes ofertarem um lance (como se fosse um leilão), no qual quem fizer a maior oferta é “sorteado”. No entanto, estes lances, muitas vezes, representam de 30% a 40% do valor da carta de crédito, o que torna esta quantia similar a uma entrada em um imóvel.

Desta maneira, para se evitar o sorteio ao final do prazo, os profissionais até recomendam este tipo de ação (dar um lance).

Eles explicam ainda que as pessoas fazem o consórcio de um valor e não do imóvel. Então, se o consumidor adquire uma carta de crédito de R$ 120 mil para comprar um determinado bem, por exemplo, com a contemplação ocorrendo somente ao final da operação, ele não comprará o mesmo imóvel com aquele valor pré-determinado.

Isso porque o imóvel vai se valorizar neste tempo (os prazos mais comuns são de 120 meses a 180 meses) em que o cliente não foi contemplado, enquanto a carta de crédito não é corrigida (a menos que se peça e pague para isso).

Com isso, o consorciado terá de optar por um financiamento ou pagar à vista esta diferença que surgiu ao longo do consórcio, indica Paulo Rossi, presidente da Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios).

Saiba o que fazer se houver atraso na obra de seu imóvel

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Muitas vezes a espera pela concretização da sua propriedade pode parecer longa demais e a demora extra para o imóvel ficar pronto pode causar algumas frustrações. Se você quiser desistir do negócio, é possível tentar fazer a rescisão do contrato e exigir a devolução do dinheiro investido corrigido e atualizado, segundo a Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências (AMSPA). Quando comprovado na justiça o atraso, o valor pode constar danos morais, materiais e lucros cessantes.

Caso você decida esperar o seu imóvel ficar pronto, mesmo que ele enfrente atraso nas obras, confira quais são os seus direitos, de acordo com a AMSPA:

– Você possui direito a 2% de multa sobre todo valor que foi pago ou em cima do preço que assinou no contrato;

– Correção de 1% ao mês sobre o valor de tudo que já foi pago ou sobre o valor que está no contrato;

– Você poderá ser receber o ressarcimento de danos morais pelo sofrimento, transtornos e abalos psicológicos que foi submetido. De acordo com a Associação, os juízes têm determinado este pagamento como meio de prevenir e punir empresas que lesionam consumidores de boa fé e podem estabelecer às construtoras uma multa diária ao seu favor por cada dia de atraso na obra;

– Prejuízos com despesas de aluguéis também poderão ser ressarcidos;

– Lucros cessantes poderão ser compensados, já que você poderia ter explorado o imóvel economicamente, como no caso de você querer alugar sua casa ou apartamento novo. Em via de regra, segundo a AMSPA, o ressarcimento é de 0,84% do valor do imóvel, independente da localização ou se está pagando aluguel.

Vai comprar seu primeiro imóvel? Saiba que documentos precisa apresentar

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Documentação do vendedor:
– RG e CPF: documentos básicos de identificação.
– Certidão de casamento ou união estável com regime de bens, se houver: ainda que o vendedor esteja vendendo um bem particular, que é só dele, o seu cônjuge ou companheiro em geral precisa manifestar que está ciente da venda.
– Certidões negativas (principais): de protestos (obtidas em cartórios); de ações cíveis e criminais (obtidas no site da Justiça Federal); de execuções fiscais estadual e municipal (geralmente obtidas nos sites das respectivas secretarias de fazenda); de quitação de tributos federais (obtida no site da Receita Federal); de ações trabalhistas (obtida no site do Tribunal Superior do Trabalho); e de interdição, tutela e curatela (obtida em cartórios de registro civil das pessoas naturais e de interdições e tutelas).
Essas certidões comprovam que o vendedor e seu cônjuge ou companheiro não têm dívidas tributárias, trabalhistas, não estão sendo processados e não estão interditados judicialmente, o que os impediria de vender o imóvel por conta própria. As certidões emitidas online são gratuitas.

Documentação do imóvel:
– Matrícula atualizada: é preciso solicitar no cartório de registro de imóveis uma matrícula atualizada com uma certidão de ônus reais, para verificar se o imóvel em si não está sendo afetado por uma ação.
A matrícula com a certidão de ônus trará o histórico completo do imóvel, incluindo alienações passadas, comprovação de propriedade e averbação da construção, que atesta qual é o tipo de construção feita naquele terreno e suas possíveis alterações que devessem ser documentadas.
– Certidão de situação fiscal/IPTU: obtida na Prefeitura, mostra se o imóvel tem dívidas municipais, como o IPTU. Em algumas cidades, a certidão já pode ser emitida pela internet.
– Declaração de inexistência de débitos condominiais: em caso de imóveis que fazem parte de um condomínio é necessário pedir esse documento para o próprio síndico ou para a administradora do local.
Imóvel em inventário

Imóveis deixados de herança para alguém precisam de autorização especial para a venda. Os documentos são:
– Caso haja um menor de idade como herdeiro, é necessária autorização de venda pelo Ministério Público.
– Cópia autenticada do atestado de óbito.
– Cópia autenticada do formal da partilha, documento do qual constam o imóvel e os herdeiros.
– Certidão negativa vintenária de ônus reais.

Aprenda como conviver bem morando em uma república de estudantes

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Dividir a jornada de trabalho com a de estudo é uma tarefa que demanda bastante tempo e esforço do jovem universitário. Quem sai da casa dos pais para morar perto da faculdade ainda precisa encarar o compromisso de cuidar do próprio lar. Quando a moradia é dividida com amigos, aí que o desafio fica mais difícil. Conviver bem diariamente com alguém que amamos já pode ser difícil, imagine com um outro estudante que acabou de conhecer? É preciso muita flexibilidade e respeito mútuo.

Manter seu espaço limpo é um passo fundamental para não criar um atrito com quem divide apartamento com você. Tente entrar em acordo com seus colegas de república a respeito de quem irá organizar as áreas em comum. Cada um pode ficar responsável pela própria louça, ou então podem dividir: um lava e seca e o outro tira o lixo e varre a casa, por exemplo. O importante é que as regras sejam bem negociadas antes que os problemas surjam, para que cada um saiba o que tem que fazer.

A maneira de lidar com as contas também é algo que deve ser avaliado antes de fechar o negócio, para que não haja surpresas como falta de luz ou água. Despesas em relação à comida também devem ser pré-definida. Os alimentos que forem de consumo comum podem ficar em um determinado espaço da geladeira.

Passar horas no banho, fora o desperdício de água, não é uma atitude bacana quando seu companheiro de casa está esperando você liberar o chuveiro para que ele se arrume para ir fazer uma prova. Boa comunicação é sempre importante para evitar desentendimentos, portanto vocês podem avisar um ao outro quando têm certa urgência em usar algum dos cômodos do imóvel.

Barulho é uma das principais queixas de vizinhos de universitários. Porém, não são só os que moram no apartamento ao lado que podem se incomodar. Os próprios companheiros de casa necessitam de silêncio algumas vezes, portanto é preciso entender o limite que deve ser respeitado.

Se você pretende levar amigos ou uma namorada, é importante que isso seja de comum acordo com a pessoa que divide o quarto com você. Ambos precisam se sentir confortável em casa, portanto é preciso incluir esta questão nas regras da casa. Com acordo comum entre as partes, é muito mais fácil dividir um apartamento.

Confira 8 dúvidas sobre financiamento de imóvel

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Para quem está adquirindo um imóvel através de financiamento e quem está realizando o processo de venda/ compra é uma imobiliária correspondente bancária da Caixa Econômica. É confiável?
CEF: Por meio do endereço eletrônico http://www1.caixa.gov.br/atendimento, a CAIXA oferece diversas maneiras de atendimento para segurança e comodidade do cliente.

É possível usar o FGTS para financiar um imóvel em outro estado?
Sim. Os requisitos para utilização do FGTS são: possuir três anos de trabalho sob o regime do FGTS, somando-se os períodos trabalhados, consecutivos ou não, na mesma ou em diferentes empresas e não ser detentor de financiamento ativo no SFH firmado em qualquer parte do País, exceto nas seguintes situações.

3 – Como proceder com cobranças de correspondentes da Caixa Econômica durante o financiamento de um imóvel?
Os Correspondentes CAIXA Aqui são remunerados pelos serviços que são realizados como correspondente bancário. É vedada a cobrança de taxas pelo CCA referente ao processamento da operação de financiamento imobiliário. Os interessados poderão solicitar o ressarcimento diretamente e apresentar o comprovante em uma das Agências da CAIXA para que o CCA seja notificado e penalizado.

4 – A caixa não financia 100% o valor do imóvel?
As normas do Banco Central limitam a cota de financiamento em, no máximo, 90% e, portanto, o comprador tem que ter de recursos próprios, no mínimo, 10% do valor do imóvel. Os subsídios concedidos pelo Programa Minha Casa Minha Vida, dependendo da faixa de renda do proponente, poderão ser utilizados para compor o mínimo necessário para o financiamento. Nas operações de financiamento habitacional realizadas no programa Minha Casa Minha Vida com recursos do FGTS, o subsídio pode ser de até R$ 25 mil por família, dependendo da localização do imóvel.

5 – Para quem paga imóvel financiado pela caixa com financiamento decrescente e foi surpreendido por aumento do seguro devido a faixa etária. Isto está correto?
As regras da apólice que fazem parte do contrato estabelecem que à medida que o cliente mude de faixa de idade ocorre o recálculo do seguro, procedimento que está de acordo com as regras da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), órgão responsável pela regulação do seguro habitacional. Portanto, o recálculo do prêmio de seguro está previsto no contrato e tem respaldo legal.

6 – Para quem quer financiar uma casa pela caixa, só que eu tenho um carro financiado. A caixa investiga pra saber se eu tenho algum financiamento?
O sistema de risco de crédito da CAIXA busca informações sobre o nível de endividamento dos proponentes de financiamento e, portanto, trabalham com a renda disponível, isto é, a renda bruta e os comprometimentos em razão do pagamento de dívidas.

7 – Quando a compra de um imóvel atrasa é possível desistir do imóvel e receber o valor de entrada novamente?
Informamos que a Caixa Econômica Federal apenas financia o imóvel, sendo que a venda é uma operação realizada entre o cliente e a construtora. Eventual desistência do negócio deve ser tratada diretamente entre o comprador e vendedor/construtora e a CAIXA não tem competência para cancelar a operação.

8 – O empréstimo descontado em folha atrapalha na hora de financiar uma casa?
O sistema de risco de crédito da CAIXA busca informações sobre o nível de endividamento dos proponentes de financiamento e, portanto, trabalham com a renda disponível, isto é, a renda bruta e os comprometimentos em razão do pagamento de dívidas.